O japonês diz que uma imagem vale por mil palavras, mas, contrariando essa afirmativa, podemos dizer que a palavra Terrorismo vale por mil imagens...Além  da foto do 11 de setembro,  existem milhares de fotos de atos de terrorismo. Optamos por não colocá-las, não somente pelo espaço que não teria, mas porque a palavra terrorismo, por si só, já mostra, melhor que qualquer foto, sua covardia e a insanidade. A palavra terrorismo, por sí só, é cruel e sangrenta! 
 

  O terrorismo, apesar de temido em todos os países, não tem uma definição final acatada por todos. A maioria concorda que o terrorismo utiliza violência, assassinato e tortura para impor interesses e ideologias. O termo ficou mais conhecido após a II Grande Guerra, ganhando muito mais força após a covarde ação de 11 de setembro, quando elementos pertencentes a Al_Qaeda fizeram um ataque bem planejado e inesperado, sequestrando aviões, para escapar ao controle aéreo, e depois os atirando com tripulantes e passageiros à bordo, contra alvos pré-determinados nos EUA. Dois aviões, num ataque suicida, foram atirados contra o Word Trade Center, mais conhecido como torres gêmeas.
  Neste ataque, os terroristas mataram cerca de 3 mil pessoas; outro avião foi lançado contra o Pentágono, sem causar maiores danos.
  Existem publicações que colocam o Brasil enganjado na luta contra o terrorismo, mas isso é balela, pois o país nunca ( e certamente nunca será) vítima de ataques terroristas. O que estão querendo colocar na cabeça dos nossos jovens e crianças, é que no período do governo militar, compreendido entre 1964-1984, aconteceram atos terroristas por parte do Exército. 
  Tal não aconteceu e sim, o que houve, foram excessos de alguns imbecis maldosos, que escondidos pela sombra do poder, praticaram várias atrocidades, principalmente nas grandes metrópoles, como Rio e São Paulo. Tais elementos, que pertenciam a órgãos civis, os quais desonraram, nada tinham a ver com o Exército. Aliás, os militares pecaram justamente pela falta de malícia e desconhecerem os meandros sujos da política. Se houve atentado terrorista, esse foi feito por partidos e facções contrárias aos militares e que eram treinadas em Cuba. Estes sim, promoveram assaltos a bancos, para compra de armas e até assassinatos e sequestros e, numa ação que realmente se pode chamar de terrorista, jogaram um veículo carregado de dinamite contra uma guarita no Quartel-general do II Exército, na capital de São Paulo, matando o jovem soldado Mario Kozel Filho( foto), que estava de guarda naquela terrível noite.

  O movimento que queria instalar o comunismo no Brasil, era conhecido pelas siglas ALN (Aliança Libertadora Nacional), com seus líderes treinados militarmente em Cuba, GTA (Grupo Tático Armado) que era uma estratégia da ALN para atacar em diversas frentes e dificultar a prisão dos cabeças, VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) e MR8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro) e ainda: MNR - Movimento Nacional Revolucionário, AP - Ação Popular, POLOP - Política Operária, VAR-Palmares - Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, PCBR - Partido Comunista Brasileiro Revolucionário, MOLIPO - Movimento de Libertação Popular, COLINA - Comando de Libertação Nacional, FALN - Forças Armadas de Libertação Nacional, POC - Partido Operário Comunista, PCdoB - Partido Comunista do Brasil e PCB - Partido Comunista Brasileiro...
  Com a entrada do governo Lula, do PT, muitos desses revolucionários mais cultos e outros que ainda os apoiam, ergueram a cabeça e declararam uma "caça às bruxas", numa tentativa de vingar-se dos militares e, com base no período do governo militar, conseguiram criar uma lei descabida que considerou cada elemento participante do movimento comunista no Brasil, uma vítima, pois foram todos "perseguidos e prejudicados" pelo Exército e, desta maneira, cada um dos que ainda estão vivos, receberam uma polpuda quantia do governo (com o dinheiro do empresário e trabalhador que contribuem para o crescimento do país, claro) para sanar os "problemas de ordem psicológica, moral e financeira" causados a eles pelo Exército...
    Mas vamos deixar essas histórias para os historiadores e antropólogos...

Morrendo por causa nenhuma

  O terrorismo é um ato de violência extrema, difícil de ser prevenido, pois os terroristas na verdadeira concepção da palavra, que são os componentes da Al_Qaeda e outros grupos, estão sempre dispostos a morrer, mesmo que não saibam ao certo por que estão fazendo isso, pois são movidos psicologicamente por grupos religiosos e políticos, que injetam neles, desde crianças (vide a matéria da Al Fathá), as devidas doses de ódio ao semelhante, aqui no caso, norte-americanos, ingleses e, principalmente, judeus.
  Considerado crime em quase todos os países, o terrorismo tem apoio em locais como Líbia, Afeganistão e Iêmem, entre outros, que apoiam o terrorismo em defesa dos seus interesses políticos, fornecendo armas, abrigo e treinamento.
  Estados Unidos, Inglaterra, Espanha e Israel, são os principais combatentes do terrorismo no mundo e, por isso, são os maiores alvos dos ataques de terror. Como veremos mais à frente, os EUA, ainda quando em sua guerra contra a Rússsia, acabou financiando o treinamento paramilitar de alguns homens que mais tarde deram origem ao temido grupo terrorista Al-Qaeda e que acabou se voltando contra os próprios americanos...

Nasce o mais violento, temido e 
odiado líder terrorista do mundo

  No início da década de 80, o Afeganistão foi dominado pela União Soviética. A fim de evitar que a Rússia ganhasse mais terreno, EUA e Paquistão se aliaram para expulsar os soldados russos. Surgia naquele momento a MAK, fundada por um oriental chamado Osama Bin Laden. Culto, simpático, com um rosto que jamais dava demonstração do ódio que lhe ia no coração, Bin Laden conseguiu angariar doações em quase todo mundo a fim de montar um exército para derrrotar as forças russas no Afeganistão. 
  Isso se deu em 1989. Não conseguiram muita coisa, mas ganharam experiência militar e, assim, Bin Laden decidiu que seu grupo islâmico radical poderia agir em outros lugares. E foi assim que nasceu a temível Al-Qaeda.
  Quando Saddam Hussein invadiu o Kuwait, Bin Laden ofereceu ajuda militar ao governo de Mubarak, porém este optou pela ajuda norte-americana. Isso enfureceu Bin Laden, que voltou com seus homens para o Afeganistão, sob a proteção do Talibã, um braço da Al-Qaeda. Em 2001 os EUA derrotaram as forças do Talibã, deixando Bin Laden ainda mais irado. O resultado, como todos sabem, foi o ataque terrorista aos EUA em 11 de setembro daquele mesmo ano. Após isso, a cabeça de Osama Bin Laden foi posta a prêmio e, por 10 anos ele foi caçado pelos EUA. Atrás de cada pedra, cacto ou nas tocas de coiotes, cobras e lagartos, os norte-americanos procuraram o líder terrorista.
  De acordo com algumas publicações, os governos do Iraque e do Afeganistão, não apoiam o terrorismo, apesar de grupos terroristas viverem nestes países.
  Após o 11 de setembro, o governo Bush declarou guerra ao terrorismo, contando com o apoio da OTAN e países aliados. A utopia é acabar com o terrorismo, mas especialistas militares dizem que isso é uma missão impossível, pois devido às centenas de grupos terroristas e sua consequente - e providencial desorganização, impedem que mesmo os serviços secretos obtenham dados garantidos contra eles.

  As maiores organizações 
terroristas no mundo

  Brigadas vermelhas, Exército Republicano Irlandês, Organização pela Libertação da Palestina, Ku Klux Klan, Jihad Islâmico, Abu Nidhal, Al-Qaeda, Frente dos Combatentes do Grande Oriente Islâmico, Grupo Islâmico Armado, Hezbollah, Hamas, Falcões da Liberdade do Curdistão, Pátria Basca e Liberdade, Alemanha Nazista, Governo de Stalin, Governo de Mao Tsé-Tung, Governo de Pol Pot, Regime Militar de Myanmar. Muitos ainda consideram terroristas os governos de Pinochet, Stroessner e de Trujillo. Nas edições pesquisadas, por incrível que pareça, nenhuma alusão aos governos de Fidel, Idi Amim e Franco e nem ao Apartheid...

O terrorismo na história humana


As ações terroristas se voltam 
principalmente contra a população civil

 O terrorismo se originou no século I d.C., mas foi no século XXI que as ações terroristas se acentuaram e o discurso antiterrorista virou assunto recorrente na mídia ocidental.
  Os atos e ataques terroristas, segundo alguns estudiosos, tiveram início no século I d. C., quando um grupo de judeus radicais, chamados de sicários (Homens de punhal), atacava cidadãos judeus e não judeus que eram considerados a favor do domínio romano. Outros indícios que confirmam as origens remotas do terrorismo são os registros da existência de uma seita mulçumana no final do século XI d. C., que se dedicou a exterminar seus inimigos no Oriente Médio. Dessa seita teria surgido a origem da palavra assassino.
  O terrorismo moderno tem sua origem no século XIX no contexto europeu, quando grupos anarquistas viam no Estado seu principal inimigo. A principal ação terrorista naquele período visava a luta armada para constituição de uma sociedade sem Estado – para isso, os anarquistas tinham como principal alvo algum chefe de estado e não seus cidadãos.
  Como adendo, vamos lembrar o terrorismo religioso imposto pela igreja católica na Idade Média (desenho), com a inquisição perseguindo e matando os considerados ereges por toda a Europa.
 
 


 

   Durante a segunda metade do século XIX, as ações terroristas tiveram uma ascensão, porém foi no século XX que houve uma expansão dos grupos que optaram pelo terrorismo como forma de luta. Como consequência dessa expansão, o raio de atuação terrorista aumentou, surgindo novos grupos, como os separatistas bascos na Espanha, os curdos na Turquia e Iraque, os mulçumanos na Caxemira e as organizações paramilitares racistas de extrema direita nos EUA. Um dos seguidores dessa última organização foi Timothy James McVeigh, terrorista que assassinou 168 pessoas na década de 1980, no conhecido atentado de Oklahoma.
  Com o desenvolvimento da ciência e tecnologia no século XX, as ações terroristas passaram a ter um maior alcance e poder, através de conexões globais sofisticadas, uso de tecnologia bélica de alto poder destrutivo, redes de comunicação (internet) etc.

4 visões para o terrorismo

  No início do século XXI, principalmente após os ataques terroristas aos EUA, no ano de 2001, estudiosos classificaram o terrorismo em quatro formas: o terrorismo revolucionário, que surgiu no século XX e seus praticantes ficaram conhecidos como guerrilheiros urbanos marxistas (maoístas, castristas, trotskistas e leninistas). O terrorismo nacionalista, que foi fundado por grupos que desejavam formar um novo Estado-nação dentro de um Estado já existente (separação territorial), como no caso do grupo terrorista separatista Eta, na Espanha (o povo Basco não se identifica como espanhol, mas ocupa o território espanhol e é submetido ao governo da Espanha).
  O terrorismo de Estado é praticado pelos Estados nacionais e seus atos integram duas ações. A primeira seria o terrorismo praticado contra a sua própria população. Foram exemplos dessa forma de terrorismo: os Estados totalitários Fascistas e Nazistas, a ditadura de Pinochet no Chile. A segunda forma se constituiu como a luta contra a população estrangeira (xenofobismo).
  E o terrorismo de organizações criminosas, que são atos de violência praticados por fins econômicos e religiosos, como nos casos da máfia italiana, do Cartel de Medellín, da Al Qaeda, etc. 
 


  Nos dias atuais o terrorismo é visto e praticado de forma diferente com que se manifestava antigamente, pois exige planejamento, objetivos em foco, recursos financeiros e a presença de guerreiros. Acredita-se que atos terroristas são financiados por pessoas bem sucedidas que simpatizam com o movimento, por pessoas ligadas ao governo que tentam secretamente destruir algo e ainda pessoas envolvidas com o tráfico de drogas. Os terroristas utilizam explosivos, gases nocivos, vírus, bactérias, materiais radioativos, armamentos atômicos e ainda seqüestros e assassinatos.

Terrorismo x Guerrilha

  Muitos ainda confundem terrorismo, que são ações cruéis e covardes, com movimentos de guerrilhas, que como o nome já diz, são feitas por guerrilheiros (guerreiros), que são normalmente mercenários e ou grupos paramilitares que, apesar de violentos, não são movidos pela loucura e fanatismo dos terroristas. Como exemplo, dá para citar a Resistência Francesa na II Guerra Mundial, um movimento guerrilheiro que muito ajudou as chamadas forças  convencionais 
"A destruição das instituições existentes e a emancipação social e política das populações são, de fato,  os objetivos precípuos dos grupos que recorrem a este tipo de luta armada". Em geral, os grupos guerrilheiros atacam alvos militares e pontos estratégicos do Estado contra o qual lutam. Preocupam-se em fazer o mínimo de vítimas civis e em conquistar a simpatia e o apoio da população para sua causa. Já os terroristas procuram fazer o máximo de vítimas civis, com o intuito de causar pânico, e não se interessam em dialogar com a população nem obter seu apoio.

   O que houve no Brasil, fora os ataques traiçoeiros a quartéis e a morte do soldado no quartel do II Exército – São Paulo, com a explosão de um jeep carregado de dinamite, foi pura e simplesmente terrorismo, sim, mas as outras ações, como as demonstradas abaixo pelo site A Verdade Sufocada, são roubos a bancos e sequestros, coisas comuns a bandidos. Não é terrorismo. Assim como as ações de guerrilha e as guerras convencionais. Não fosse assim, Stalin, Hitler, EUA, Inglaterra, Fidel Castro, Getúlio Vargas e outros poderiam ser considerados terroristas, já que espalharam o terror com suas ações. O governo militar no Brasil apenas se defendeu dos ataques de grupos marxistas formados em Cuba, que queriam tomar o poder pela revolução. Foi chumbo trocado. Eu vejo os militares daquele tempo como inocentes úteis, pois como não conheciam política, deixaram as ações nas mãos de civis, muitos dos quais mais tarde iriam se voltar contra os militares, após ocuparem o poder.
Os “revolucionários”  daquela época cutucavam onça com vara curta e departamentos de repressão, comandados por elementos da sociedade civil, é que usaram e abusaram do terror das torturas (civis e militares), que aproveitando do momento, se julgavam deuses por estarem usando uma farda e promoviam o chamado abuso de poder. Mas isso se deu nas grandes metrópoles como Rio, São Paulo, Fortaleza e por aí à fora, segundo material da época.

Terrorismo psicológico-social no Brasil

  Mas, de uma forma ou outra, se colocar-se todos governos civis numa balança, vai feder merda, já que a política é isso. O terrorismo, em sua essência, nasceu da  política.
  E, quanto ao chamado terrorismo psicológico, este é muito bem manipulado hoje pelos tecnocratas do governo, gerando estatísticas falsas de riquezas, de atendimento médico e outros benefícios. O maior departamento, vendo desse prisma e de acordo com a mídia brasileira, a exercer o terrorismo psicológico, é o INSS, que não paga as ações que deve e tortura, humilha e mata psicologicamente os que dele precisam. Seus médicos peritos, que são contratados para tirarem benefícios dos idosos e pobres necessitados, são coniventes com o terrorismo e insultam o juramento de Hipócrates. Esse terrorismo, largamente praticado no Brasil, de forma aberta às vezes e disfarçada em outras, faz tanto mal como a granada que arranca braços e pernas. No Brasil se explode a esperança no coração dos homens. O que dizer mais de um país onde se premia o bandido e se castiga o trabalhador e inocente? 
  Sim, o terrorismo é o uso de violência, física ou psicológica, por indivíduos, ou grupos políticos, contra a ordem estabelecida. Se os militares praticaram terrorismo por defenderem o Brasil da esculhambação comunista, o que dizer do governo civil hoje? O mensalão e o INSS são as duas colunas principais da falta de caráter dos homens no poder e do terrorismo psicológico.

  O terrorismo não é só o árabe, fartamente ilustrado pela mídia mundial. As armas em questão não representam nada de novo. Nossa pesquisa indica que seus antecedentes históricos remontam aos tempos faraônicos. Nessa linha de raciocínio, pode-se até pensar que o surgimento de epidemias altamente mortíferas em muitas das guerras antigas não tenha sido apenas obra do acaso, principalmente no que se refere àquelas desencadeadas durante as Idades Média e Moderna, por decisão expressa do adversário: o ataque de peste entre os Cruzados, junto a Jerusalém, tifo durante a reconquista da Espanha; disenteria entre as tropas de Napoleão, frente a Moscou; contágio por cobertores pertencentes a doentes de varíola, como na colonização inglesa da Nova Escócia ou na guerra Franco-Indiana. Ainda pertencem a esse campo as diversas tentativas para contaminar as águas de rios e fontes com animais mortos. Durante a I Guerra Mundial, sabotadores alemães untaram as fossas nasais dos cavalos dos Aliados com culturas de bacilos, ainda que com pequena eficácia. 

Maldita guerra ou maldita política?

  A Primeira Guerra Mundial matou 10 milhões de pessoas. A Segunda Guerra, mais 50 milhões. A Guerra Fria, outros 20 milhões. A quantidade de conflitos e o grande desenvolvimento dos meios de comunicação no século XX permitiram sensibilizar populações de diversos países sobre os problemas ocorridos principalmente durante a Guerra Fria e nos anos que a seguiram. Missões de paz tornaram-se cena comum, apesar dos diversos problemas enfrentados.
  Hoje o principal produto das guerras, além da destruição, é o grande número de refugiados. A situação dos refugiados nos seus próprios países é precária e insegura. 
“Entre 1740 e 1974, o planeta teve 13 bilhões de habitantes e assistiu a 366 guerras de grandes dimensões, ao custo de 85 milhões de mortos. O resultado dessas guerras parece ter sido um prêmio à agressão, pois em dois terços delas o agressor saiu-se vencedor e, quanto à duração, 67% terminaram em prazo inferior a quatro anos” - Francisco Doratioto, em Maldita Guerra

Os cinco cavaleiros do Terror


Osama Bin Laden


 
 

  O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou em pronunciamento na TV em maio de 2011, a morte de Osama Bin Laden, líder da rede terrorista da al-Qaeda, responsável pelos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 nos EUA, que mataram cerca de 3.000 pessoas.
  De acordo com Obama, a morte foi consequência de uma ação de inteligência do Exército norte-americano em parceria com o governo do Paquistão, que localizou o terrorista, que tinha entre 53 e 54 anos de idade.
  O diretor da CIA, Leon Panetta, disse que a rede terrorista da al-Qaeda deve "quase certamente" tentar vingar a morte de Bin Laden.
  "Apesar de Bin Laden estar morto, a al-Qaeda não está", disse o diretor da principal agência de espionagem dos EUA. "Os terroristas quase certamente vão tentar vingá-lo, e nos devemos -e vamos- permanecer vigilantes e resolutos."
  A operação, sigilosa, foi executada na madrugada  por um comando especializado da Marinha dos EUA. Um pequeno grupo de soldados conseguiu matar Bin Laden em uma fortaleza na cidade de Abbotabad, próximo a Islamabad, capital paquistanesa.
  Fontes do governo confirmaram que o corpo foi sepultado no mar, conforme o que seria o costume islâmico.
  Nenhum país teria aceitado receber o corpo do terrorista, segundo as fontes citadas. Sepultar o corpo de Bin Laden no mar garantiria que seu local de repouso final não se tornasse um templo para peregrinação de seus seguidores, segundo a TV americana ABC.
  Funcionários do governo e um congressista disseram que Bin Laden morreu com um tiro na cabeça, mas também não havia informação oficial sobre isso.


 O cachorro louco da Líbia
Muamar Kadafi

  Após a morte de Nasser, começa a despontar a personalidade maldosa e megalomaníaca de Muamar Kadafi ou Ar-Mu' ammar Al-Qaddâf (uns pronunciam e escrevem Kadafi e outros, Gaddafi). Inconformado com a derrota sofrida por Nasser, Kadafi, que o idolatrava, começou a patrocinar e apoiar todos grupos, países e facções antiamericanas ou antiisraelenses de que tinha conhecimento, entre eles os Panteras Negras, o Fatah e alguns países do Oriente Médio, tentando dar continuidade ao trabalho de Nasser. Kadafi, chamado de cachorro louco por Ronald Reagan, teve, inclusive, ligação direta com o massacre de Munique, realizado no dia 5 de setembro de 1972, durante os Jogos Olímpicos, patrocinando e dando cobertura ao grupo que ficou conhecido como Setembro Negro. Onze atletas israelenses foram assassinados nesse episódio.
 Tropas do Conselho Nacional de Transição (CNT) atacaram e conquistaram a capital Trípoli colocando assim Kadafi e seu governo em fuga. Em 20 de outubro, de 2011, após 8 meses de guerra, o ex-líder foi morto em Sirte por simpatizantes do CNT, após 4 décadas no poder.


Gamal Abdel Nasser


Na foto, Nasser (ao centro), Arafat à sua esquerda e depois, Kadafi

  Em 1970, morre Gamal Abdel Nasser. O presidente egípicio, também patrocinador do terrorismo, morreu no Cairo. Sua maior derrota política e militar foi na guerra dos seis dias em 1967 onde perdeu boa parte do seu poderio militar (aeronáutico), atacado pelos israelenses, quando estava preparado para retomar as colinas de Golan na Síria, invadidas por Israel. Perdeu igualmente parte do Sinai também para Israel.


Yasser Arafat


 
 

  Após a crise do Suez, Arafat foi viver no Kuwait, onde ele encontrou emprego como engenheiro e acabaria por fundar a sua própria empresa. No Kuwait ele esteve também envolvido na criação da Fatah, uma organização dedicada ao estabelecimento de um estado palestino independente e à destruição de Israel. Em 1963, a Fatah foi contratada pela Síria, para levar a cargo a sua primeira operação militar - fazer explodir uma bomba de água em dezembro de 1964. O ataque foi um fracasso. No entanto, após a Guerra dos Seis Dias de 1967, os governos árabes ganharam um interesse maior pelas organizações palestinianas, uma das quais a Fatah.
  Depois da guerra dos seis dias de 1967, Arafat e a Fatah passam a atuar a partir da Jordânia, lançando ataques terroristas em Israel a partir do outro lado da fronteira e regressando à Jordânia antes que os israelenses pudessem reagir.
  Em 1968 a Fatah foi um alvo de um ataque israelense à vila jordana de Karameh, no qual 150 guerrilheiros palestinianos e 29 soldados israelenses foram mortos, sobretudo por forças armadas jordanianas. Para os árabes, apesar da derrota, o perfil de Arafat e da Fatah cresceram. Nos finais da década de 1960 a Fatah passou a dominar a OLP e em 1969 Arafat foi nomeado presidente da OLP, substituindo Ahmed Shukairy, originalmente nomeado pela Liga Árabe. Arafat tornou-se chefe do Estado Maior das Forças Revolucionárias Palestinianas dois anos mais tarde e em 1973 o líder político da OLP.
  A OLP começou então a usar novo território para lançar ataques de artilharia e infiltrar terroristas contra civis israelenses, por exemplo, para o Massacre do liceu de Maalot de 1974.
  As operações da OLP no Líbano não receberam uma grande cobertura na imprensa. No entanto é certo que a OLP desempenhou um papel importante na tragédia da Guerra Civil Libanesa, e como cristãos libaneses alegam, Arafat e a OLP foram responsáveis pelas mortes de dezenas de milhares do seu povo.
  O líder terrorista  morreu em 2004, aos 75 anos. E, quanto à Comunidade Internacional, talvez seu maior ato de terrorismo foi humilhar os líderes israelenses Yitzhak Rabin e Shimon Perez, fazendo-os dividir o prêmio Nobel da Paz com o terrorista... 


Saddam Hussein


O enforcamento do ditador e terrorista

  Saddam Hussein  foi o quinto presidente do Iraque, ocupando o poder de 1979 a 2003, ou seja, por 24 anos. Ele suprimiu vários movimentos, especialmente movimentos xiitas e curdos que pretendiam derrubar o governo ou ganhar independência, respectivamente.  Saddam manteve o poder durante a Guerra Irã-Iraque de 1980 a 1988. Em 1990, ele invadiu e saqueou o Kuwait. Uma união internacional interveio para libertar o Kuwait na chamada Guerra do Golfo de 1991, mas não pôs fim à ditadura de Saddam. Enquanto alguns o veneravam pela sua postura agressiva contra Israel, incluindo o ataque com mísseis em alvos israelenses, ele foi amplamente condenado pela brutalidade de sua ditadura.
  Em março de 2003, uma coalizão de países liderada pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido invadiu o Iraque para depor Saddam, depois que o presidente dos Estados Unidos, George Bush acusou o líder iraquiano de possuir armas de destruição em massa e de ter ligações com a Al-Qaeda.
 O Partido Baath de Saddam foi dissolvido e a nação fez uma transição para um sistema democrático. Após sua captura em 13 de dezembro de 2003, o julgamento de Saddam ocorreu sob o governo interino iraquiano.  Ele recebeu acusações relacionadas ao assassinato de 148 xiitas iraquianos em 1982 e foi condenado à morte por enforcamento. O criminoso foi executado em 30 dezembro de 2006.


Consultas e citações:

"O terrorismo é a guerra do pobre e a guerra é o terrorismo do rico." - Escritor Leon Uris
Fonte: Revista Caras, 13 de Setembro de 2006. (Não concordo com ele)...

"O melhor meio de os Estados Unidos combaterem o terrorismo é deixarem de ser um dos principais terroristas do mundo." -  Noam Chomsky

"O conflito palestino-israelense terminou desde o momento em que Israel aceitou o estabelecimento de um Estado palestino. O que existe agora é um conflito entre o terrorismo e o antiterrorismo." -  Shimon Perez, ministro do Exterior de Israel, na Revista Veja de 1 de Outubro de 2005

"Neste ano (2003), assinala-se o septuagésimo aniversário do Holodomor, o genocídio de 1932-33, quando os Soviéticos mataram 10 milhões de Ukranianos (...) O terrorismo do Estado soviético matou mais de 8 milhões de ucranianos, na sua tentativa para eliminar definitivamente a identidade nacional ucraniana". - Ator Jack Palance; 27 de Outubro de 2003.

"Não pratique o terrorismo. Pratique a organização. Não queime as crianças. Dêem a elas, uma chance de aprender. A verdadeira resposta para o racismo no país é a educação. Não traumatizando e matando. Esteja pronto. Seja qualificado. Seja Alguém. Mereça algo. Isso é black power (poder negro)!" - James Brown; Comentário ao racismo americano, em rede nacional na televisão, 1968, logo após a morte de Martin Luther King.

"Não há nada mais servil, desprezível, covarde e tacanho que um terrorista." (Je ne connais rien de plus servile , de plus méprisable , de plus lâche , de plus borné qu'un terroriste) -  Mémoires d'outre-tombe - Tome Premier, Página 135, de François René Chateaubriand - Publicado por Meline, 1849


Fontes : Projeto Orvil - http://homemculto.wordpress.com/tag/terrorismo/
Francisco Doratioto, Maldita Guerra
Brasil – video - http://youtu.be/A2RmK7Pywtc - Vídeo com deputado Jair Bolsonaro, explicando a advogado da OAB a diferença entre 20 anos de militarismo e os sequentes 20 anos de governo civil...
Enciclopédia Abril – 1967
Exodus – Leon Uris
Revista Commando – 1998
Revista Veja – Retrospectiva – 25 anos de história - 1983

 

 

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