3o milênio - Gente da Nossa Terra - 2013


O mundo sobreviverá a ele?

Até agora, 13 anos de muita 
tragédia, dor, sofrimento e medo... 


Tragédias antes do Terceiro
Milênio, de que se tem notícia

CHINA CENTRAL: 
O terremoto que matou o maior número de pessoas registrado na História ocorreu no centro da China, em 1556. Sua intensidade é desconhecida. Matou pelo menos 830 mil pessoas

TANGSHAN: 
Em 28 de julho de 1976, cerca de 250 mil pessoas morreram num sismo nessa cidade chinesa 

KANTO:
O chamado Grande Terremoto de Kanto teve epicentro praticamente em Tóquio e matou cerca de 143 mil pessoas em 1º de setembro de 1923

YUNGAY: 
Um terremoto no alto dos Andes causou uma avalanche que matou 66 mil pessoas nessa cidade do Peru, em 31 de maio de 1970

GILAN: 
Terremoto também deixou 40 mil mortos em Gilan, na Região Norte do Irã, em 21 de junho de 1990

ARMÊNIA: 
Um sismo de 6,9 graus matou cerca de 25 mil pessoas no país em 7 de dezembro de 1988

De 2000 até começo de 2013

2000 - Há cerca de 13 anos,  acontecia o pior acidente da história da CPTM. Na estação de Perus, da então Linha A (atual Linha 7-Rubi), uma composição foi atingida por um trem desgovernado, causando a morte de nove passageiros, e provocando ferimentos em 124 outros usuários. 
 

O desastre
na estação
de Perus, SP

2001 -  Início do Terceiro Milênio - Terremoto na Índia –  Maior tremor em 50 anos no País atingiu 7,9 na escala Richter, matou mais de 30 mil pessoas e destruiu milhares de prédios.

2001 – Ataque terrorista em Nova York  - Word Trade Center – 2800 mortos
 

O terror
em 11 de
setembro
nos EUA,
quando o
ódio ultrapassa
todo e qualquer
sentimento
humano...

2003 – Onda de Calor na Europa  - Temperaturas elevadas causaram a morte de mais de 20 mil pessoas, grande parte idosos

2003 – Terremoto no Irã – 70% da cidade de Bam foi destruída num terremoto de 6,6 graus na escala Richter. Mais de 25 mil pessoas morreram.

2003 - Na sexta-feira, dia 22 de agosto, às 13:26h, vinte e um engenheiros e técnicos do CTA (Centro de Tecnologia Aeroespacial), sediado em São José dos Campos, SP, morreram em um incêndio no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), localizado no Estado do Maranhão, quando preparavam o lançamento de um protótipo do foguete de fabricação nacional, o VLS (Veículo Lançador de Satélites), previsto dentro das atividades do Programa Nacional de Atividades Espaciais. O grupo de engenheiros e técnicos trabalhava nas instalações da plataforma de lançamento do foguete, quando aconteceu o incêndio e os seus corpos foram consumidos pelas chamas e pelo calor resultantes. 


Tragédia, morte e dor no Centro de Lançamento de Alcântara - Maranhão - Brasil

2004 – Tsunami na Ásia - Um enorme maremoto atingiu India, Blangladesh, Mianmar, Tailândia, Malásia, Sri Lanka e Indonésia em dezembro de 2004. Ondas gigantes com velocidade de até 800 km/h varreram cidades inteiras. Pelo menos 280 mil pessoas morreram.


Até 2013, o maior desastre natural do milênio

2005 - Ventos terríveis causam estragos na Guatemala, em El Salvador e Honduras. A tempestade tropical Agatha deixou cerca de 100 mortos em sua passagem por esses países.

2005 - EUA sofre como nunca com a força destruidora dos ventos. O furacão Katrina inundou 80% da cidade de Nova Orleans e obrigou a evacuação de meio milhão de moradores. Pelo menos 1.000 pessoas morreram. A tragédia abalou a popularidade do presidente dos EUA na ocasião, George W. Bush, que chegou a ser acusado de racismo pela demora na ajuda às vítimas.
O ano de 2005, aliás, ficou marcado pelas tragédias naturais no Atlântico. Além do Katrina, o furacão Rita se aproximou da costa sul dos Estados Unidos com ventos de mais de 250 quilômetros por hora. Meses antes, o Dennis matou 60 pessoas em Cuba e no Haiti. 

2006 -  Tragédia com o avião da Gol. Um Boeing 737-800 da Gol que saíra de Manaus, capital do Amazonas, Brasil,  colidiu com um pequeno avião Legacy que levava jornalistas norte-americanos e caiu em uma mata no norte do Estado de Mato Grosso. 154 pessoas morreram.

2007 - Devastador o terremoto no Peru, em 16 de agosto, sendo um dos mais fortes registrados no mundo desde 1990. Mais de 500 pessoas morreram, cerca de 1,3 mil ficaram feridos e mais de 71 mil famílias desabrigadas. Tremor de 8 graus na escala Richter. Epicentro no mar, a 160 km ao sul de Lima. 
Neste mesmo ano, os norte-americanos fecham o ano com mais uma página de sangue na novela assassinato em escolas que nunca tem um capítulo final. Na manhã do dia 16 de abril, o estudante sul-coreano Cho Seung-Hui, 23 anos, disparou tiros no alojamento do campus da Virginia Tech. Duas pessoas morreram. Logo em seguida, outra série de disparos: o estudante dirigiu-se ao prédio da faculdade de engenharia da instituição, atingindo dezenas de pessoas. 30 estudantes morreram, outros 28 ficaram feridos. 

2007 -  Brasil - Meio a uma grave crise na aviação brasileira por conta dos controladores de vôo, aconteceu a desgraça. Um avião da TAM não conseguiu pousar na pista do Aeroporto de Congonhas e se chocou contra um hangar da empresa. 199 pessoas mortas.


Avião da Tam acidentado em Congonhas - 199 vítimas fatais

2008 - Chuva em Santa Catarina, Brasil, mata mais de 120 pessoas; tragédias naturais castigam vários pontos do mundo. Dezenas de países foram acometidos por anomalias climáticas que resultaram em desastres de grandes proporções, ao longo de 2008: o ciclone Nargis devastou várias cidades do sudeste asiático entre abril e maio; no Caribe, em agosto e setembro, a temporada de furacões no Atlântico fez centenas de vítimas fatais; a China, por sua vez, foi atingida pelo terremoto de Sichuan, em maio, e pelo tufão Fengshen, em junho. 
 Durante os meses de agosto e setembro, os países insulares da América Central, como Cuba, Haiti, República Dominicana e Jamaica e os Estados da costa sul do litoral norte-americano, foram duramente atingidos por quatro furacões: Fay, Gustav, Hanna e Ike. O Fay atingiu os países caribenhos e a costa sul dos EUA na segunda semana de agosto com ventos de até 100 km/h, causando cerca de 80 mortes em apenas 10 dias. O Fay foi seguido pelo Gustav, que, com ventos de até 235 km/h, foi ainda mais fatal: mais de 100 pessoas morreram, a grande maioria no Haiti, na última semana de agosto e na primeira de setembro. Poucos dias após a passagem do Gustav, a população haitiana foi castigada pelo furacão Hanna, que, embora menos intenso que o antecessor, resultou na morte de quase 550 pessoas no país.
  O último furacão de grandes proporções foi o Ike, que atingiu a República Dominicana, Cuba, Haiti e EUA com intensidade máxima de 232 km/h. Cerca de 120 pessoas morreram em decorrência do furacão, a maioria, novamente, no Haiti (aproximadamente 74 mortes), e nos EUA (37 mortes). 

2008 - Mais devastadora do que a ação dos furacões do Atlântico e do fogo na Califórnia foi a passagem do ciclone Nargis pelo sudeste asiático. Entre a última semana de abril e a primeira de maio, o Nargis atingiu com ventos de até 215km/h o Paquistão, Mianmar e Sri Lanka. Neste último, três pessoas morreram e no Paquistão não houve registro de fatalidades. A tragédia maior, no entanto, ocorreu em Mianmar, onde quase 78 mil pessoas morreram em decorrência da passagem do ciclone. Foi o pior desastre natural da história do país.
  Entre os dias 18 e 25 de junho, o tufão, ou ciclone tropical Fengshen, atingiu as Filipinas e o sudeste da China, incluindo Hong Kong e Macau, com ventos de até 204 km/h. As inundações e os deslizamentos de terra causaram a morte de mais de 1300 pessoas, a imensa maioria nas Filipinas, onde um navio com mais de 850 pessoas a bordo adernou e afundou, matando cerca de 800 pessoas.
  Há menos de quatro meses dos Jogos Olímpicos de Pequim, no dia 12 de maio, um sismo de 8,0 graus na Escala Richter atingiu a província de Sichuan, no centro da China. O terremoto, que pôde ser percebido no Paquistão, Tailândia e Vietnã e nas distantes cidades de Xangai e Pequim, fez ao menos 85 mil mortos.

2008 - Em 21 de fevereiro, a aeronave ATR-42-300, da companhia portuguesa Santa Bárbara Airlines, se chocou com uma montanha de 4.200 metros de altitude nos andes venezuelanos, poucos minutos após ter decolado de Mérida com destino à Caracas. O acidente fez 46 vítimas fatais.
  Em Madri, no dia 20 de agosto, um avião da Spanair teve problemas nos "flaps" - abas localizadas nas asas - durante o vôo JK 5022. A aeronave se acidentou há poucos metros do aeroporto de Barajas, causando a morte de 154 pessoas. Foi o acidente aéreo mais fatal do ano.
  Apenas quatro dias depois, 68 dos 90 ocupantes de um Boeing-737 morreram em um acidente aéreo em Bishkek, capital do Quirguistão. Após a aeronave sofrer uma despressurização brutal, a tripulação tentou fazer um pouso de emergência em um campo próximo do aeroporto internacional de Manás, mas o avião acabou pegando fogo. 


Destroços do Boeing 737 
que caiu no Quirguistão

2008 - Em 14 de setembro, outro Boeing-737 se acidentou. Dessa vez a queda foi na Rússia, numa região próxima dos montes Urais. Na época, análises revelaram que a causa do acidente foi uma imperfeição do motor direito, que provocou um incêndio e, como conseqüência, a explosão e a destruição da nave. As 88 pessoas que estavam no vôo 821, de Moscou a Perm, morreram. 

2009 - Tragédia com o avião da Air France se tornou o pior acidente aéreo no Brasil quando se confirmaram oficialmente as 228 mortes...O vôo era Brasil-Paris e o avião caiu no Atlântico.

2009 - No ano em que o mundo discutia (e não chegava a lugar nenhum) os efeitos das mudanças climáticas e buscava metas de redução das emissões de CO2, a natureza mais uma vez mostrou sua fúria em enchentes, tufões, terremotos, ondas de calor e tsunamis.
O ano começou com uma onda de calor atingindo o sudoeste da Austrália, o que intensificou os incêndios florestais na região. As queimadas começaram em 7 de fevereiro - dia que ficou conhecido como Sábado Negro. A sequência de incêndios foi a mais devastadora da história do país. A situação mais grave foi registrada no Estado de Victoria. Segundo as autoridades australianas, 173 pessoas morreram em decorrência do fogo, 80 cidades foram atingidas, mais de 2.000 casas foram destruídas e 455 mil hectares de terra ficaram arrasados.

2009 - Na madrugada de 6 de abril, um terremoto de 6,2 graus na escala Richter chacoalhou a região de Abruzzo, na Itália. O epicentro foi a cidade de Áquila, localizada em região montanhosa e que ficou em ruínas. O terremoto foi seguido por uma série de tremores secundários, que terminaram por derrubar edifícios que haviam sido danificados. 
O balanço oficial da polícia italiana foi de 299 mortes causadas pelo desastre. Mais de 60 mil pessoas ficaram desabrigadas - milhares tiveram de viver durante meses em acampamentos. 


Áquila - Os italianos choram seus mortos

2009 - Cerca de 110 mil pessoas ficaram desabrigadas com a passagem do ciclone Aila pela Índia e Bangladesh no dia 25 de maio. Mais de 180 pessoas morreram nos dois países. Os ventos que passaram dos 100 km/h destruíram completamente mais de 80% das residências da Baía de Bengala e arrasou os campos de arroz da região, segundo informações da ONU. As áreas mais afetadas foram o litoral de Bangladesh e a região indiana de Bengala. 

2009 - Em agosto, os tufões Etau e Morakot passaram pelo Japão, China, Filipinas e Taiwan provocando estragos e destruição. O Etau causou 26 mortes em Hyogo, no sul do Japão, segundo a Agência Japonesa de Gerenciamento de Incêndios e Desastres, o que fez com que se tornasse o pior ciclone tropical a atingir a região desde 2004. O número de vítimas poderia ter sido maior, caso o tufão tivesse tocado a terra firme. 
Em Taiwan, o Morakot gerou a pior enchente dos últimos 50 anos: em apenas um fim de semana, a precipitação foi de quase dois metros na ilha. A enchente e os ventos de 120 km/h derrubaram edifícios. Mais de 700 pessoas morreram ou desapareceram. Na China continental, o tufão destruiu 10 mil casas e obrigou cerca de 1,4 milhão de pessoas a deixarem suas residências. 
 O tufão Ketsana deixou 125 mortos no Vietnã, Camboja e Laos. O Parma forçou a retirada de 30 mil pessoas de suas casas na costa vietnamita.  Em novembro, uma forte tempestade, batizada de Mirinae, matou pelo menos 122 pessoas no Vietnã, duas no Camboja e 30 nas Filipinas.
Até 24 de novembro, Ketsana, Parma e Mirinae haviam deixado 963 mortos e 89 desaparecidos nas Filipinas, segundo o conselho de coordenação de desastres do país. Cerca de 250 pessoas morreram por leptospirose devido às enchentes causadas pelos fenômenos. De acordo com a ONU, 46 mil casas foram completamente destruídas e 261 mil parcialmente danificadas.

2009 - Em uma região conhecida como Anel de Fogo do Pacífico, três grandes terremotos atingiram os arquipélagos de Samoa e Tonga e a Indonésia entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro.  O primeiro, de 8 graus na escala Richter, causou uma série de tsunamis que atingiram Samoa, Samoa Americana e Tonga. Mais ou menos 200 pessoas morreram - somente em Samoa, foram registradas 143 mortes, segundo a Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e a Agência para a Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU. 
Segundo balanço da ONU, 1.100 pessoas morreram em Padang devido aos tremores. Residências, hospitais, mesquitas, escolas e shoppings foram destruídos, e a Indonésia solicitou ajuda internacional para socorrer as vítimas do desastre. A ilha de Upolu, onde se localiza a capital do país, Ápia, teve cerca de 70 aldeias completamente destruídas pelos tsunamis. As comunidades sumiram do mapa.

2009 - Os incêndios florestais não foram exclusividade da Austrália em 2009. Na Europa, a Grécia enfrentou o fogo em agosto. Ao final do mês, as autoridades registravam 15 mil hectares devastados, 60 mil habitantes em risco e 500 bombeiros mobilizados nos arredores de Atenas.  Antes, em julho, seis bombeiros morreram na Espanha tentando combater incêndios florestais, sendo cinco deles só na Catalunha. Também foram registradas queimadas sem controle em outros países mediterrâneos, como Portugal, Itália, França, Turquia e Argélia. 
Nos Estados Unidos, um balanço de 1º de setembro mostrava que os incêndios florestais haviam deixado dois mortos, quatro feridos, 42.600 hectares queimados, 10 mil pessoas retiradas de suas casas e 53 residências destruídas na Califórnia desde junho. Foi declarado estado de emergência nas regiões de Los Angeles, Placer, Monterey e Mariposa. O fogo devastou parte da Floresta Nacional de Los Angeles.

2009 – Terremoto na Indonesia – A Ilha de Sumatra foi atingida por um terremoto de 7,6 graus. Pelo menos 4 mil pessoas foram soterradas.

2010 – Terremoto no Haiti – Um terremoto de 7 graus na escala Richter provocou caos no frágil Haiti. 230 mil pessoas morreram e mais de 3 milhões ficaram desabrigadas.


Haiti - Quando quase em todo o mundo cidadãos comuns e chefes de Estado deram-se
as mãos, mostrando que nem tudo está ainda perdido. Um dia o ser humano se dará conta 
de que somos todos irmãos, ou seja, somos todos um. Pelo menos é o que dita a Lei Divina... 

2010 - O trágico terremoto no Chile em fevereiro determinou a sorte do país no ano de seu bicentenário, com mudanças políticas importantes, uma invejável recuperação econômica e, por fim, o final feliz com o resgate dos 33 mineiros.  Em 2010, o Chile viveu dois eventos que comoveram o mundo inteiro: o terremoto no centro-sul do país, que deixou cerca de 500 mortos e o resgate dos 33 trabalhadores da mina soterrada.

2010 - No final de novembro, no Chile  mais uma vez, uma tragédia, mas sem o final feliz do caso dos mineiros. Um ônibus que circulava pela Estrada do Sol se chocou contra um caminhão. Foram 20 mortos e 16 feridos. 

2010 – Chile - Quando faltavam apenas três semanas para acabar o ano, 81 presidiários morreram em um incêndio na prisão de San Miguel, nos arredores de Santiago.

2010 - Morro do Bumba, Niterói, Brasil - Abril. 47 mortos e mais de 3 mil desabrigados. Enquanto as mudanças climáticas tem sua parcela de culpa no excesso de chuvas, especialistas diversos concordam ao afirmar que embora não pudéssemos evitar tantas perdas materiais, uma quantidade maior de vidas poderia ter sido poupada. Tudo é questão de vontade política. Os pobres somente são lembrados em época de eleição.

2010 - No Brasil, uma série de enchentes atingiu as regiões Norte e Nordeste entre abril e junho. Os Estados atingidos foram Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Amazonas e Pará. Mais de 500 municípios tiveram de decretar situação de emergência, e ao menos 56 mortes foram registradas. Milhares tiveram de deixar suas casas devido às inundações. 
O Ceará foi o Estado mais prejudicado pelas enchentes, com 140 municípios atingidos no começo de junho. Também foi o Estado com o maior número de mortes relacionadas ao grande volume de água: 19, seguido por Maranhão (12) e Bahia (7).

2011 – Brasil – Janeiro - Em menos de 24 horas choveu o que costuma chover em um mês na zona serrana do Rio. Não só as cidades ficaram debaixo d’água como o solo das encostas cedeu, causando deslizamentos que passaram por cima do que estava no caminho, de casas humildes a mansões. Para se ter uma ideia da gravidade do incidente fluminense, bastou uma semana para o número de vidas perdidas chegar a metade do que foi perdido entre 2000 e 2010 em acontecimentos do mesmo tipo. Nesse período, 1427 pessoas morreram por conta de enchentes e deslizamentos no país.

2011 - A magnitude do desastre na Austrália também foi tão grande que foi considerada como as piores chuvas dos últimos duzendos anos. Além disso, o nível das águas afetou mais de 14 mil casas e houve reportes de tubarões cabeça-chata nadando nas ruas inundadas somando mais terror entre os prejudicados.
Cientistas em Singapura se manifestaram a respeito das inundações na Austrália e indicaram que as mudanças climáticas intensificaram as chuvas das monções. Matthew England, pesquisador do Climate Change Research Center da Universidade de South Wales, em Sydney, informou a imprensa que a temperatura das águas na Austrália é a mais elevada que foi registrada até ao momento e este fator adicionou muita umidade na atmosfera.  Aliás, essas bestas de cientistas não se cansam de falar dos problemas, do alto do seus inflados egos, mas nenhum tem certeza do que fala e muito menos solução. Por que não ficam calados? - O adendo é da redação do site.

2012 – EUA - Um acontecimento que chocou o mundo. 27 pessoas mortas, sendo 20 crianças, no tiroteio na escola primária de Newtown, nos Estados Unidos, já ao final de 2012, marcando com sangue o calendário de um ano que assistiu também a um impressionante acidente com um autocarro cheio de crianças num túnel suíço, a dois terremotos quase seguidos na Itália, aos incêndios e tempestades no Algarve e na Madeira e o desabamento de três prédios no Rio de Janeiro. 

   Jovens sacrificados pela 
imbecibilidade e ambição humanas

2013 – Brasil – 26 para 27 de janeiro. Um incêndio atingiu a casa noturna Kiss, na cidade gaúcha de Santa Maria. A boate Kiss era frequentada principalmente por jovens de classe média de Santa Maria - cidade que tem uma grande população universitária. A intoxicação respiratória foi a principal causa das mortes no incêndio, segundo as autoridades médicas.  Dos 240 jovens mortos, 101 eram estudantes da Universidade Federal de Santa Maria.  ''Santa Maria é conhecida como "o coração do estado". E se o coração chora, não há motivos pro resto do corpo sorrir...'' - segunda-feira, 28 janeiro 2013 07:48:22 BRST @dudasschmitt ...
A tragédia na Boate Kiss, em Santa Maria, foi um triste destaque nos jornais internacionais. O jornal argentino La Nación lembra as semelhanças entre o incidente no Brasil e o ocorrido em uma casa noturna de Buenos Aires, em 2004, quando 194 pessoas morreram asfixiadas após um incêndio no local.


O impossível acontece - Tsunami na Ásia

ESTOCOLMO. A imagem improvável daquela mulher, correndo sozinha em direção à onda gigante como se desafiasse a morte, rodou o mundo. "Fuja! Fuja!", gritavam os outros banhistas na fuga desesperada do mar de Krabi, sul da Tailândia. Mas a sueca Karin Svaerd não ouvia. Dentro do mar estavam seus três filhos, e ela avançava para a aterrorizante parede de água com a coragem das mães. "Meu Deus, meus filhos não!", berrava Karin. Veio a onda e arrastou a todos. Karin escapou ao se agarrar a uma palmeira na praia. Foram dez minutos de agonia até descobrir que o marido, Lars Eriksson, e os três filhos, Anton, de 14 anos, Filip, de 11, e Viktor, de 10, também estavam vivos. Do jornal O Globo, 26/6.. (A história foi retratada num filme recente - foto)


...E os 4 cavaleiros do Apocalípse saíram pela Terra 
e a eles foi dado poder para causar dano à Terra
e seus moradores pela FOME, PESTES e GUERRAS!

(PESTE - Coisa funesta ou perniciosa,  Abundância excessiva de 
qualquer coisa danosa – PRAGA - Calamidade, grande desgraça, flagelo.
Abundância de coisas nocivas ou desagradáveis. - Dicionário Michaelis)

O Apocalípse e as tragédias – Algo a ver?

1 E vi quando o Cordeiro (Jesus) abriu um dos sete selos, e ouvi um dos quatro seres viventes dizer numa voz como de trovão: Vem!
2 Olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vencendo, e para vencer. (Este cavaleiro é impossível a nós leigos, saber de quem se trata, pois o próprio Apocalípse não diz. Eu acredito, na minha ignorância, tratar-se de um anjo que vem (ou já está entre nós) para combater demônios...)
3 Quando ele abriu o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizer: Vem!
4 E saiu outro cavalo, um cavalo vermelho; e ao que estava montado nele foi dado que tirasse a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.
5 Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizer: Vem! E olhei, e eis um cavalo preto; e o que estava montado nele tinha uma balança na mão.
6 E ouvi como que uma voz no meio dos quatro seres viventes, que dizia: Um queniz de trigo por um denário, e três quenizes de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho. (Não dá para entender também qual é a do cavaleiro do cavalo preto aqui. O anjo fala para ele não danificar azeite e vinho mas não dá para saber por quê a compra do trigo e da cevada)...Quem puder, pergunta a algum rabino...E me envia a resposta, por favor!)

7 Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizer: Vem!
8 E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava montado nele chamava-se Morte; e o inferno seguia com ele; e foi-lhe dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, e com a fome, e com a peste, e com as feras da terra.

(Bíblia Sagrada – Livro do Apocalípse – Capítulo 6 – Versículos 1 a 8)

  Este último cavaleiro é que é a questão. A quarta parte da Terra, hoje, seria de cerca de 2 bilhões de pessoas, mas, historicamente, os cavaleiros dos cavalos amarelo e vermelho já estão agindo na Terra mais ou menos do ano 300 d.C para cá, ao que tudo indica, pois desde essa época, o Império Romano do Ocidente constituíu a metade ocidental do Império Romano após a sua divisão por Diocleciano em 286 d.C. e teve suas reunificações associadas a Constantino o Grande, criador da igreja católica. Depois, com a guerra das Cruzadas e expansão territorial dos impérios, o sangue tem colorido a terra de vermelho até hoje. 
 Houve guerras e mais guerras, desde a morte de Abel, mas creio eu, já que o Apocalípse foi escrito pelo apóstolo João, as incursões dos terríveis cavaleiros foi após a destruição de Jerusalém em 70 d.C.
Mas, mesmo assim, fica difícil dizer qual seria essa “quarta parte” da Terra.
Mesmo se contássemos as guerras e consequentes matanças a partir da I Guerra Mundial, como defende a seita chamada Testemunhas de Jeová, seria impossível estipular qual  seria a “quarta parte da Terra”, já que em cada época a Terra conta com determinada quantidade de habitantes.
  Assim, a II Grande Guerra também não poderia ser usada como parâmetro para quantificar os habitantes do Planeta, ficando assim, como único e matemático modo, a saída do cavaleiro do cavalo amarelo assim que Deus der a ordem e, como o cavalo amarelo é o último a sair, dá pra supor que seria uma ordem ainda a ser cumprida e o seria imediatamente, já que, como especifiquei, a cada dezena ou centena de anos, a população mundial aumenta drasticamente. Assim, numa suposição matemática pobre, o cavaleiro do cavalo amarelo receberia a ordem e já a espada, fome, peste e feras da Terra cairiam sobre os habitantes do Planeta mais ou menos num período de uma década, para podermos nos aproximar do que seria este “um quarto da Terra”.
   O cavaleiro do cavalo amarelo, ou seja, a morte, e o inferno, que a segue, receberam autoridade sobre a quarta parte da Terra para matar com espada, fome, peste e feras e, numa década – ou até em menos, dá tranquilamente para fazer isso, já que a espada simboliza a guerra e esta sendo deflagrada, consequentemente a fome e a peste (doenças e outras pragas) vêm após ela. Restam as feras da Terra...aí não dá para arriscar nenhuma suposição. Não faço idéia como as feras da terra iriam atacar as pessoas além do que elas já fazem normalmente, em seus habitats...Num nível global não dá para saber como vai acontecer.
  Como disse Moisés, em Gênesis, após a saída do povo hebreu do Egito, "o que não pudermos entender, são mistérios de Deus"... 

As tragédias do passado ao presente 

   Citei o Apocalípse, pois sempre que acontecem grandes tragédias, o fim do mundo é lembrado...e temido! E  quero mostrar que não há como situar os acontecimentos apocalípticos nesta ou naquela época. Pelos menos para nós, pobres mortais, não tem como.
  Não vamos voltar a Sodoma e Gomorra ou destruição de Pompéia ou  à Peste Negra na Europa ou ainda ao terremoto em Portugal, mas, de uma maneira ou outra, desde que  o Planeta Terra surgiu, sempre aconteceram tragédias, em maior ou menor intensidade...mas aconteceram.
  Então, mesmo o mais respeitado pesquisador não poderá bater o pé que o que acontece do Século XX até hoje, é “vingança de Gaya” ou citar o mote preferido dos ambientalistas, que não abrem mão dos seus carrões poluidores, mas adoram dizer que é o ser humano  que está destruindo o Planeta junto com as grandes indústrias.
  Aí criou-se a crise do pânico hipócrita e idiota. Hoje, pelo menos no Brasil, se um pobre coitado matar um animal selvagem para comer – seja uma codorna ou uma capivara, vai preso sem direito a nada e ainda paga uma maldita multa...político brasileiro é especialista em criar impostos e multas para engordar suas bundas. Bem, aí eles, os políticos, pegam sua tropa de serviçais, como PM, Polícia Florestal e a Federal e colocam eles rodando pelas matas.  Pela inteligência do pessoal que segue o manual à risca, tanto faz uma pessoa derrubar uma jequitibá de 30 mt quanto cortar um galho de uma pequena árvore para fazer fogo ou para alguma necessidade, que o tratamento é o mesmo: cadeia nele! E, quanto às grandes empresas no mundo que realmente contribuem para a aceleração do processo de destruição do Planeta e aos bandidos assassinos? Empresários não são presos porque o dinheiro e Satanás dominam o mundo. Os homens vendem sua honra e sua alma. Já os criminosos comuns não são presos no Brasil por causa da superlotação carcerária...Não dá pra chorar?
  Bem, então, voltando ao foco principal, as tragédias, tirando a de Sodoma e Gomorra e a de Pompéia e ciclones, tempestades e terremotos, muitas são causadas pelos humanos, sejam eles ambientalistas ou não.  Uma delas é a pouca-vergonha dos políticos que todo ano prometem remanejar os pobres para  áreas seguras e não o fazem e deixam os coitados se amontoarem como ratos pelos morros que os tecnocratas e os políticos sabem que vão desabar – e matar mais gente.
  Mas é isso. Entre mortos e culpados, o que quero dizer é que as desgraças (e as merdas) sempre aconteceram no mundo e vão continuar acontecendo. Entre  o terremoto na China em 1556, segundo os dados acima, até  outro na Armênia em 1988, dá uma medida de tempo de 432 anos. Contabilizando somentes as mortes dos anos citados, elas são  de 2080 mil pessoas. Somados a esses temos  cerca de 4 milhões que morreram em enchente na China em  1931 e as 436 mortas nas enchentes em Caraguatatuba, Brasil, em 1967, o que dá um salto para 6.516 (seis milhões e 516 mil pessoas)...Isso, como já citado, em mais de 400 anos ao todo. 
  Como escrevi, me baseei apenas nos dados pesquisados. Se colocarmos pestes, assassinatos, outras tragédias naturais, extermínio de índios e guerras em geral, a coisa voa pra cifra de bilhão...

Algo de apocalíptico no Terceiro Milênio ou é tudo obra do erro
e do acaso, como diria o filósofo alemão Arthur Schopenhauer?

  Então, isso tudo, além de mostrar que as tragédias aumentaram muito de 2000 para cá numa proporção que supera centenas de anos da Terra,  mostra aos “greenpeaces” e PVs da vida que o ser humano, desde a morte de Abel, caminha para a destruição. Às vezes passo a passo, às vezes mais velozmente, mas assustadoramente temos que reconhecer que nunca, em toda História da humanidade, aconteceram tantas tragédias em tão pouco tempo.  O mundo não acabou em 2012, segundo a previsão Maia, mas que o choque final não está longe, tudo indica que sim. Está na Bíblia, mas a maioria não acredita nela então nem vou perder tempo em citar as profecias (fora do Apocalípse) que já se cumpriram e as que estão se cumprindo e as que estão enfileiradas para começar a cumprirem-se...
Concluindo só para entender minha tese (que daqui a pouco nem eu mesmo vou entender, tal é a extensão da coisa), de  2000 até agora, ou seja, em apenas 13 anos já morreram, de acordo com as notícias acima descritas, por tragédias e os chamados desastres naturais,  4.353.522 (quatro milhões, trezentos e cinquenta e três mil e quinhentos e vinte e dois seres humanos)...Isso, volto a enfatizar, sem contar as guerras “modernas”,  atropelamentos, acidentes de trânsito ou trabalho, assassinatos e as mortes por AIDS e outras pestes e as por fome na Etiópia e outras tragédias não enfocadas aqui.
  Para amenizar, lembrando o humorista Paulinho Mixaria, dá pra se perguntar: e o Brasil e o mundo ainda precisam de políticos corruptos, terroristas e traficantes de drogas? Já não há desgraças suficientes sobre a face da Terra? 
 
 

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  Nota do editor (NE) - Isso não é um levantamento científico e certamente não conseguimos catalogar todas as tragédias aqui...E nem era nossa intenção. É muito sofrimento para ser lembrado. Falamos de algumas para dar base à matéria.    Apenas nos baseamos em pesquisas na mídia – o que não dá para acompanhar tudo (dado à rapidez das notícias hoje),  em enciclopédias do Século XX e na Internet, o que, convenhamos, é  uma labirinto de informações desencontradas – e pouco confiáveis, mas assim mesmo, dado à necessidade, também lançamos mão da “rede”, porém, mais para ilustrações.
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