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Madeiras brasileiras
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  A Madeireira Avenida, prestando mais um serviço aos seus milhares de clientes, traz a página Madeiras Brasileiras, para que você possa conhecer tipos e características das madeiras que encontra no mercado.
 A Madeireira Avenida compra todas as suas madeiras respeitando as normas do Ibama de preservação florestal, no Estado do Mato Grosso. Por isso você pode confiar nos nossos produtos, pois trabalhamos dentro da filosofia de respeito ao meio ambiente.

O INTERNACIONAL EUCALÍPTO

 O nome Eucalipto, é grego e quer dizer  "boa ou verdadeira cobertura". Esta é a designação vulgar das várias espécies vegetais do gênero Eucalyptus. O gênero inclui mais de 700 espécies, quase todas originárias da Austrália, existindo apenas um pequeno número de espécies próprias dos territórios vizinhos da Nova Guiné e Indonésia, mais uma espécie no norte das Filipinas. Adaptados a praticamente a todas as condições climáticas, os eucaliptos caracterizam a paisagem da Oceania de uma forma que não é comparável a qualquer outra espécie, noutro continente. 
 A primeira descrição botânica do gênero foi da responsabilidade do botânico francês Charles Louis L'Héritier de Brutelle, em 1788. O nome "boa cobertura" faz referência à capa ou opérculo que cobre os órgãos reprodutores da flor, até que cai e os deixa a descoberto. 
 Quase todos os eucaliptos têm folhagem persistente, ainda que algumas espécies tropicais percam as suas folhas no final da época seca. Tal como outras mirtáceas, as folhas de eucalipto estão cobertas de glândulas que segregam óleo - este género botânico é, aliás, pródigo na sua produção. O perfume da folhagem do eucalípto pode ser sentido à distância e seu óleo é justamente usado para fabricação de essências para perfumes. 
 Um dos gêneros mais fascinantes, pela sua altura, é o Eucalyptus regnans, que pode atingir até 80 metros. Ele é encontrado na Tasmânia.
 No Brasil existem extensas áreas plantadas, sobretudo, no Estado de Minas Gerais, que possue cerca de 2% do seu território ocupados com Eucaliptos. Um dos grandes municípios produtores do país, que há mais de trinta anos desenvolve a silvicultura, é o município mineiro de Itamarandiba. Atualmente esta cidade é uma dentre os diversos pólos da produção de mudas clonais de Minas Gerais e do Brasil.
 Desde 1995, um pequeno gênero botânico de árvores similares, Angophora, conhecido desde o século XVIII, foi considerado, graças a evidências principalmente genéticas, um género mais próximo de algumas espécies que pertencem ao Eucalyptus e também passaram a ser chamadas vulgarmente de eucalípto.
 No Brasil a madeira é bastante usada em obras, para andaimes, em mourão de cercas e como combustível em cerâmicas nas cidades do interior.

AROEIRA

Nomes Populares 
Urundeúva, aroeira, aroeira-do-sertão(C), 
aroeira-do-campo, aroeira-da-serra, urindeúva,
arindeúva 
Ocorrência 
Ocorre desde o Ceará até o estado do Paraná e 
Mato Grosso do Sul. É mais frequente no nordeste do país, 
oeste dos estados da Bahia, Minas Gerais, 
São Paulo e sul dos estados de Mato Grosso do Sul, 
Mato Grosso e Goiás. 
Características Morfológicas 
Altura de seis a catorze metros no cerrado e caatinga e 
até vinte a vinte e cinco metros em solos mais férteis 
da floresta latifoliada semidecídua, com tronco de cincoenta 
a oitenta centímetros de diâmetro. . 
Fenologia 
Floresce durante os meses de junho a julho, geralmente 
com a planta totalmente despida de sua folhagem. A maturação 
completa dos frutos inicia-se no final do mês de setembro, 
prolongando-se até outubro. 
Madeira 
Madeira muito pesada (densidade 1,19 g/cm3), 
de grande resistência mecânica e praticamente imputrescível;
alburno diferenciado do cerne e facilmente decomposto. 

ARAUCÁRIA



  Também conhecida como Pinheiro-do-paraná é uma árvore muito útil: pode-se dizer que tudo nela é aproveitável, desde a amêndoa, no interior dos pinhões, até a resina, que destilada fornece alcatrão, óleos diversos, terebintina e breu, para variadas aplicações industriais.As sementes são ricas em amido, proteínas e gorduras, constituindo assim em alimento bastante nutritivo. É comum ver bandos de pássaros, principalmente periquitos e papagaios, pousados nos galhos das araucárias, bicando as amêndoas. Também se costuma alimentar os porcos com pinhões, hábito generalizado do sul do país.
 Mas é a madeira que reúne maior variedade de aplicações. Em construção, é usada para forros, soalhos e vigas. Vastas áreas de pinheirais são cultivadas exclusivamente para confecção de caixas e palitos de fósforo. E a madeira serve até em mastros de embarcações. Em aplicações rústicas, os galhos são apenas desbastados e colhidos para, quase ao natural, transformarem-se em cabos de ferramentas agrícolas.
 Mas a utilidade do pinheiro não pára aí: estende-se ao importante campo da fabricação de papel. Da sua madeira obtém-se a pasta de celulose que, após uma série de operações industriais, fornece papel.
 A árvore adulta pode atingir até 50m de altura, com diâmetro de cerca de 2m.

 

JEQUITIBÁ


Um jequitibá de 1500, segundo o autor (desconhecido) da foto

 Nome científico: Cariniana legalis 
Outros nomes populares: jequitibá-rosa, jequitibá-vermelho, pau-carga (PE), sapucaia-de-apito (PE), pau-de-cachimbo.

 Características gerais: Árvore muito alta (30-50 m de altura) da mata atlântica clímax, com tronco retilíneo e cilíndrico de 70-100 cm de diâmetro. Exemplares centenários são comuns em muitas matas do estado de São Paulo, onde a altura pode se aproximar dos 55 m e o diâmetro na base do tronco pode ultrapassar 2 m. É uma das árvores mais altas da flora brasileira e certamente a mais alta da Mata Atlântica. Folhas membranáceas de 4-7 cm de comprimento que adquirem tonalidades róseo-avermelhadas quando novas. Os frutos são cápsulas lenhosas com formato semelhante à de um cachimbo, que deixam liberar as sementes por uma abertura em sua extremidade distal quando maduros.
Origem : Ocorre nos estados de Pernambuco até São Paulo na Mata Atlântica, penetrando neste último estado na floresta semidecídua da Bacia do Paraná.
 Utilidade: Fornece madeira leve (0,53 g/cm3), macia, de baixa resistência ao ataque de organismos xilófagos, usada para construção civil em obras internas, para confecção de contraplacados, móveis, brinquedos, lápis, salto de calçados, cabos de vassouras, etc. Suas sementes são o alimento preferido dos macacos. A árvore, apesar de seu grande porte, é ótima para a arborização de parques e grandes jardins. Esta árvore, pelo tamanho monumental, é admirada por todos a ponto de ter sido escolhida como árvore símbolo do estado de São Paulo e ter emprestado seu nome para designar cidades, palácios, parques, ruas e bairros em todo o sudeste do país.
 Informações ecológicas: É uma planta semidecídua durante o período invernal, tanto heliófita como esciófita, cuja dispersão é bastante irregular e descontínua ao longo de sua área de dispersão. Pode ser muito freqüente em determinadas locais como no interior do estado de São Paulo ou Norte do Espírito Santo, podendo faltar completamente em outros locais. Ocorre principalmente no interior da floresta primária densa, onde ocupa o dossel superior, contudo tolera ambientes abertos de formações secundárias.
 Produção de mudas: Os frutos devem ser colhidos diretamente da árvore quando iniciam a abertura espontânea. Após a abertura, as sementes são levadas pelo vento e dificilmente poderão ser colhidas. Um kg de sementes contém aproximadamente 22.470 unidades, cuja viabilidade pode superar 6 meses. Recomenda-se semeá-las logo que colhidas em canteiros semi-sombreados contendo substrato organo-argiloso. Em seguida cobri-las com uma fina camada do substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. A emergência ocorre em 12-20 dias, com uma taxa de germinação superior a 50 %. O desenvolvimento das mudas, bem como das plantas no campo pode ser considerado moderado.


 
GARAPA

Árvore de 25 a 35 metros de altura, presente em florestas dos estados do Pará até o Rio Grande do Sul.Sua madeira é usada para construção civil, pisos, marcenaria, esquadrias, painéis decorativos, etc. Tonalidade: clara - Textura: média, desigual - Grã: direita a revessa-Densidade kg/m³: pesada 880 
Dureza Janka: 1654 (750) - Durabilidade Natural: boa resistência - Tratamento de Preservação: difícil

ITAÚBA

Árvore de 20 a 40 metros de altura, presente na região Amazônica, principalmente no estado do Pará.Sua madeira é usada para construções civil e naval, pontes e decks, pisos, móveis, etc.Tonalidade: marrom - Textura: fina a média - Grã: direita a revessa -Densidade kg/m³: pesada (855) - Dureza Janka: 1832 (831) - Durabilidade Natural: muito boa resistência Tratamento de Preservação: difícil

JACARANDÁ

Árvore presente no Amazonas, Pará e Amapá.Sua madeira é usada para acabamentos interiores, móveis finos, revestimentos de decoração, objetos torneados, cutelaria, etc. -Tonalidade: marrom - Textura: fina a média - Grã: direita - Densidade kg/m³: pesada 1100  Dureza Janka: 2206 (1003) - Durabilidade Natural:
muito resistente - Tratamento de Preservação: muito difícil

JATOBÁ

Árvore presente no Amazonas, Pará e Amapá.Sua madeira é usada para acabamentos interiores, móveis finos, revestimentos de decoração, objetos torneados, cutelaria, etc.-Tonalidade: marrom - Textura: fina a média - Grã: direita - Densidade kg/m³: pesada 1100 - Dureza Janka: 2206 (1003) - Durabilidade Natural: muito resistente - Preservação: muito difícil

IPÊ

Árvore de 8 a 25 metros de altura, presente da região Amazônica até o estado de São Paulo.Sua madeira é usada para estruturas externas, como decks e móveis de jardim, construção civil e naval, pisos.
Tonalidade: escura - Textura: média - Grã: revessa
Densidade kg/m³: muito pesada 1050 - Dureza Janka: 3670 (1665)  -  Durabilidade Natural: muito boa resistência Tratamento de Preservação: difícil
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MAÇARANDUBA

A Manilkara huberi, conhecida como a Maçaranduba verdadeira, é uma árvore de 30 a 50 metros de altura, presente na região Amazônica.Sua madeira é usada para construção civil e naval, decks, pisos, escadas, carrocerias, componentes de móveis, torneados, etc. - Tonalidade: vermelha - Textura: fina - Grã: direita
Densidade kg/m³: muito pesada 1100 - Dureza Janka: 2890 (1192) - Durabilidade Natural: boa resistência 
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Árvores mais ameaçadas, segundo o IBAMA

 Gravatá, Monjola, Bromélia, Pau-de-rosa, Araucaria, Pinheiro-do-paraná, Aspilia, Urundeuva Aroeira-do-sertão, Aroeira-legítima, Cipó-escada-de-macaco, Castanheira, Castanheira-do-brasil, Poço-de-jacó, Sucupira, Sucupira-da-mata, Sucupira-verdadeira, Marmelinho, Excelsa, Quixabeira, Pau-Brasil, Pau-pernambuco, Ibirapitanga, Jequitibá, Coupeia, Oiti-boi, Jacarandá-da-bahia, Samambaiaçu-imperial, Cravo-do-maranhão, Pau-cravo, Casca-preciosa, Caapiá, Caiapiá, Capa-homem, Carapiá, Contra-erva, Figueira-terrestre, Caiapiá-grande, Ficus contra-erva, Figueira-terrestre, Violeta-da-montanha, Violeta-montes, Pau-amarelo, Pau-cetim, Sangue-de-dragão, Pimenteira,  Lelia-de-são-fideli, Lelia-da-bahia  Lelia-da-gávea, Lelia-de-perrin, Lelia-escura, Lelia-verde, Lelia-amarela, Itambana, Milho-cozido Arnica, Candeia, Brauma-preta, Canela-preta, Óleo-de-nhamuí, Inhamuhy, Louro-de-inhamuhy, Sassafráz, Canelinha, Barroso imbuia, Canela-sassafráz, Dracena-da-praia, Jaborandi, Jaborandi-de-pernambuco, Arruda-do-mato, Jaborandi-branco, Jaborandi-legítimo, Jaborandi-do-maranhão, Jaborandi-do-ceará, Angelim-rajado, Ingarana, Cravina-do-campo Brauna, Baraúna, Simarouba, Mogno, Águano, Araputangá, Caoba, Cedroaraná, Cerejeira, Cumaru-de-cheiro, Imburana-de-cheiro, Ucuuba-cheirosa, Ucuuba-branca.


Dureza Janka é a medida resultante da pressão exercida sobre uma esfera de metal de 0,444 polegadas de diâmetro para que esta esfera afunde pela metade na madeira. É portanto uma medida de resistência da madeira. Dados da Forex - Produtos em madeiras - Santa Catarina - Espírito Santo - Pará

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