Feio, Forte e Formal
John Wayne - O Último Cowboy 

 

  Em junho deste ano de 2014 se completaram 32 anos da morte de John Wayne, um dos mais famosos cowboys de Hollywood. 
 Atuando em mais de 200 filmes, a maioria westerns, John Wayne se transformou numa espécie de símbolo do herói norte-americano. 
 Suas idéias de extrema-direita, apesar de dizer que odiava política, marcaram mais ainda a simbologia do homem que derrotou índios, pistoleiros e detestava o comunismo...
 John Wayne nasceu em 26 de maio de 1907 em lowa. Sua mãe era irlandesa. Aquele que seria considerado o grande cowboy americano, foi batizado como Marion Michael Morrison. 
 Com 1,91cm de altura, o jovem que trabalhava como ascensorista da Fox Film, chamou a atenção do diretor John Ford, que lhe deu alguns papéis secundários em filmes ainda mudos, entre 1928 e 1929. 
 Em 1930 ele já conseguiu o papel principal em The Big Traill, tendo como diretor Raol Walshi, que mudou seu nome para John Wayne.
 Mas o sucesso viria mesmo com John Ford o dirigindo em No Tempo das Diligências, de 1939. 
 Daí para frente, John Wayne só iria somar um sucesso atrás do outro, se tornando o cowboy preferido dos amantes do gênero western, que até então estavam acostumados aos cowboys bonitinhos e cantores.
 O "Duke", como era apelidado, era feio e forte e não dava mole pra bandido e nem pra índio. Aliás, foi assim que ele pediu que fosse escrito em sua lápide: Feio, Forte e Formal. 
 Após três casamentos fracassados e de ser glorificado na tela como herói imbatível, John Wayne morreu vitimado pelo câncer em junho de 1979 no Centro Médico da Universidade de Los Angeles. 
 Ele já sofria com essa doença desde 1964, quando perdeu um dos pulmões. Como o herói que sempre encarnou, ele lutou contra a doença até o fim, sem desespero. Mas a doença acabou vencendo "Duke" e ele morreu aos 72 anos de idade, cercado por seus sete filhos. 
 A morte levou o cowboy de madrugada. Não houve tiroteios, gritos de índios e nem o barulho de cascos de cavalos. Apenas o silêncio do hospital e um The End sem o beijo da mocinha e sem glória. A cruel realidade da vida.
 

 

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