Dr. Tarcísio Giglioli Rizzo

 
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Assista em Acupuntura 4 um pequeno, mas bem produzido vídeo de Yoga mostrando os caminhos da Meditação
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Orientação da Saúde
O que os orientais nos ensinam 
que os nossos avós já sabiam
Texto de Mario Fialho


 
 
 
 

  No dia-a-dia da prática clínica, ao se deparar com desequilibrios e desarmonias ao redor somos convocados a nos harmonizar a todo o momento. Uma emoção mais forte, uma alimentação incorreta, uma postura de yoga mal feita, uma palavra mal dita, tudo nos afeta.
 Somos um mistério nessa harmonia entre o céu e a terra e temos muitas dimensões a que cuidar. Cuidamos do corpo, não tomando shakes e outras coisas sem vitalidade, mas tomando sucos de sementes germinadas, tomando vitaminas e bucando comer seguindo regras básicas como manter o seu prato colorido e comer grãos no almoço e raízes no jantar.
 De onde vem essas sabedorias simples? Hoje, atendi uma cliente que ao perceber um severo desequilibrio nas suas águas lhe perguntei: quanto de água você bebe? A resposta foi, “um copo por dia no máximo.”
 Parece um absurdo, mas não é, é justamente essa medicina profilática, do dia-a-dia, essas noções de higiene e de cuidado de si que nos deram os 30 anos de longevidade que a saúde pública nos ofertou. Não são as pilulas cada vez mais caras e mais potentes, não são nossas classificações cada vez mais restritas do que eu tenho ou deixo de ter, impressionante a capacidade das pessoas inventarem novas doenças. Haja criatividade!
 Tudo no mundo tem cura, tudo no mundo tem cuidado, até morrer curado é possível, na verdade, é preciso. O que nos orienta a tradição oriental?
 Toda a medicina chinesa, na sua relação com a alquimia taoísta indagava e colocava o homem em busca da longevidade. Su Si Miao, um médico que ensinou muito, viveu mais de 100 anos, isso  centenas de anos atrás.
 Hoje em dia, cada vez mais, quando já temos as principais doenças infecciosas controladas, quanto mais e mais doenças auto-imune, frutos de estresse e de estilos de vida desequilibrados aparecem, mais e mais pessoas se encontram, não doentes, mas sem saúde.
 A medicina chinesa, infelizmente, está sendo vista como mais uma atividade curadora e não profilática, cada vez mais é vista para combater doenças e não para ter saúde. Tem muita gente não-doente, mas eu conheço poucas pessoas que tem saúde. Eu mesmo estou buscando a cada dia, porque é isso que é a saúde, uma busca diária, ser são, ser saudável é um projeto infinito para o qual nascemos.
 E de quem é a responsabilidade pela saúde? Do médico, do especialista? Absurdo!!!
 A responsabilidade pela saúde é de cada um de nós. São nos dados uma terra, um pedaço de mundo pra cultivar flores. Esses dias, alguém me disse: Você é muito sedutor, fala muito bem. Eu respondi “ a boca só fala do que o coração está cheio”.
 O que está no seu coração que não lhe traz felicidades? Os seus pensamentos, seus atos e suas atitudes são as mais amorosas possíveis? É possível perceber seu corpo, suas dores e se auto-massagear, se auto-curar? É possível acompanhar seus pensamentos numa meditação, sentir sua energia numa prática de Ki Gong, perceber que comida não é só carboidratos, proteínas e açúcares, que existe uma qualidade energética no sabor, nas cores e nas texturas? Somos o nosso livro de estudos, vamos virando a página pra descobrir a autoria.
 E a orientação que podemos buscar com os antigos, não é diferente do que nossos avós faziam: é cuidar, cuidar, cuidar. Essa atitude básica que estamos condenados a experimentar como nossa principal virtude e nossa principal forma de amar. Quem ainda não percebeu que é só isso que podemos fazer, que nascemos do cuidado e cuidamos da casa, da caixa de e-mail, dos arquivos virtuais, das palavras e também, fundamentalmente, cuidamos de nós e cuidamos do outro.
  Melhor seria, homem: cuida do seu jardim, cuida do seu coração, cuida do seu templo, cuida dos seus pensamentos.
 Assim, podemos falar de viver. Da arte de viver, da arte de sorrir, da arte de se alegrar. Nem todo mundo está preparado, nem todo mundo suporta muito amor, nem todo mundo aguenta o mundo novo que se abre ao nosso olhar a cada instante.
 Mas nosso corpo, sua idade que chega, os anos que passam, os sonhos que se realizam e os que ficam guardados pra sempre, tudo, tudo nos convoca a cultivar.
 Por isso, na tradição oriental, o saber nunca ficou muito afastado da linguagem popular, perceber a palidez da lingua, a fraqueza do pulso, deveria ser uma relação direta com nossa capacidade de sentir a si mesmo e ao outro.
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Dr. Tarcísio
Giglioli Rizzo
CREFITO 3/20341-F
R. Rio Branco, 394
Fone 3641-7920
 
 
 
 
 
 
 

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